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ROCK IN RIO: VOLTE DUAS CASAS E TENTE NOVAMENTE! 

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Ontem fez exatamente uma semana do encerramento da edição de 2015 de um dos maiores festivais do ano: O Rock In Rio. Esse foi o meu 2o ano de festival e ainda tenho minhas dúvidas se em 2017 estarei lá de novo (confesso que vai depender dos shows e da minha situação financeira pois, se pudesse, iria conferir os shows que seguem a rota para cidades vizinhas ao Rio).

Durante essa edição, escolhi ir em três dias: 19, 24 e 27. No primeiro dia, acredito que passei um dos maiores perrengues da minha vida. Acho que só perdi pra uma vez quando eu tinha 14 anos e tive que caminhar durante quase três horas debaixo do sol escaldante da Taíba. O acesso, não foi fácil. Pior ainda, não foi prático. Uma amiga que trabalha no Projac, que fica depois do Rock In Rio, tinha que pegar um ônibus voltando, passava pelo local do evento, até chegar no terminal, onde teria que pegar uma pulseira pra pegar o BRT e poder ir pro festival. Ufa!! Ah, ela teria que fazer isso, pois a única forma de ela conseguir voltar sem ter que andar mais de 2km era pelo BRT e só poderia entrar nele se tivesse uma pulseira que eles só davam pra quem pegava no terminal durante a ida. Moral da história: Ela tirou folga! 

A verdade é que tentaram “enfiar” o BRT nos cariocas e nos turistas (acredito eu, como estratégia para testar o transporte durante as Olimpíadas) mas não deu certo. Filas intermináveis e se você fugia dessa alternativa, tinha um longo caminho a pé depois de todo o cansaço do festival. No meu primeiro dia lembro que não tinha certeza se os dois shows incríveis que presenciei tinha valido a pena. Foi um ônibus, um BRT, outro ônibus e ainda andei durante 15 minutos na ida. Na volta andei mais de 2km, peguei um BRT e dois ônibus depois. Em 2013 peguei um ônibus para ir e dois para voltar! 

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Mas falando de show, no dia 19 foram dois inesquecíveis: The Script e Queen. Conheci The Script pelo meu house mate e saí fã da banda depois de vê-los ao vivo. Queen não tem palavras. É Queen. E Adam Lambert, a surpresa da noite, de surpresa pra mim não teve nada. Acompanhei e torci muito pro cantor durante sua passagem pelo American Idol (inclusive fiquei bem revoltada quando ele não ganhou). Pra mim, ele foi a escolha perfeita e o melhor, não tentou substituir ninguém. 

A melhor “invenção” do Rock In Rio funcionou: O fastpass. Super conhecido nos parques de diversões lá fora, o fastpass é uma maneira de evitar filas enormes. É só agendar o seu horário e passar sua pulseira em um leitor para confirmar. Simples e que deve continuar. Os brinquedos estavam beeem mais tranquilos esse ano. 

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Depois de todo o sufoco que passei no primeiro dia, fui o mais prevenida possível no dia 24. Estava com uma turma de 10 pessoas e obriguei todos a fazer e carregar o RioCard (que dava passe ao BRT). Tudo para correr o mínimo risco possível de dar errado. Por incrível que pareça a ida e a volta foram super tranquilas. Eles acabaram mudando o local de embarque do BRT e isso ajudou bastante, assim como o número de pessoas presentes nesse dia também ser bem menor. O que interessa é que a experiência foi incrível e fez com que eu tivesse vontade de voltar novamente em 2017!! 

Queens Of The Stone foi um dos melhores shows que já vi!. Nossa, que banda! Já conhecia bem de antes e escutava bastaaaante no meu Spotify. Mas o que mais me impressionei é que eles conseguiram ser bem melhores ao vivo. Parecia que tinha colocado o cd dos caras pra rolar em um sol milhões de vezes mais potente do que o que eu tenho em casa. Senti falta de algumas músicas mas nem tudo é perfeito. 

Aproveitei que não me importo muito com SOAD (sorry pra quem curte) e fui curtir a roda gigante. Já havia ido em 2013 sozinha durante a apresentação do John Mayer mas dessa vez foi diferente. Fui com o Ian e alguns amigos e só por isso já foi bem mais divertido!! Inclusive, além da roda gigante, esse ano consegui ir na tirolesa durante um preview do evento para convidados.

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Terceiro e último dia. Chuva, chuva, raios e mais chuva. Esse foi o resumo do dia 27. Mas parece que a dança do Cacique Cobra Coral fez efeito no último minuto e na metade do show do A-ha já não haviam mais vestígios de água (só muita lama). 

O transporte? Foi díficil, principalmente na volta quando já estávamos em uma fila pra entrar no ônibus às 4 horas da manhã e decidimos esperar o próximo para pegar um assento. E aí o que acontece? Um funcionário mal educado diz que se quisermos ir que fosse em pé, senão teríamos que ir para uma fila gigantesca pois não iriam mais parar ônibus onde estávamos (e que estava parando antes). Para ir confortável em um ônibus que te deixa e para do lado do evento custava R$70,00. Aí você se pergunta por que ficamos sem opção de transporte público decente ou acesso se pagamos caro em nossos ingressos. Acredito na estratégia para optarmos no ônibus Primeira Classe. Mas a verdade é que nem sempre dá pra pagar quase R$200,00 (meia-entrada) no ingresso de um dia mais um ônibus desse para cada dia que você vai ao festival. E é isso que eu acho que falta, compaixão com o público. Afinal, se você não é artista ou VIP (literalmente), você vai passar perrengue. 

E aí que acabou. A-ha incrível, lindos e fazendo eu relembrar minha infância enquanto meus pais escutavam várias das músicas que eles tocaram. Katy Perry, nem se fala.. Um espetáculo a parte. Sim, pela TV foi sofrido (assisti alguns dias depois) mas ao vivo foi perfeito do começo ao fim. 

 
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FOTOS: I HATE FLASH E ARQUIVO PESSOAL 

No final das contas, o Rock In Rio vale o ingresso mas ainda tem muito o que melhorar, principalmente no que diz respeito ao tratamento com o público. Houve falta de água, assaltos, tumulto nos banheiros, sem falar nessa velha mania de só vender cerveja. Porém é um festival com porte internacional, melhor do que muitos gringos por aí e que eu admiro muito e curto muito. Se eu vou em 2017? Não sei. Já vou ter 30 anos daqui pra lá e talvez esteja me sentindo muito velha pra sufocos. Mas não muito velha pra bons shows!! Vai que o mundo dá voltas e eu viro “a very important person”? Não custa sonhar! :) 

Celebs, Música

Resumão: Tudo sobre o MTV Video Music Awards 2015

Na noite de ontem aconteceu a edição de 2015 do Video Music Awards, premiação de música da MTV. E quem foi a anfitriã desse ano foi a polêmica Miley Cyrus. Confesso que ainda não tenho uma opinião formada se ela realmente é assim ou tudo é jogada de marketing (ou os dois, rs) mas não consigo não gostar da garota. Acho Miley sensacional!!! E ontem não foi diferente.. Um VMA pra guardar por muito tempo com direito a muito bafão.

Miley Cyrus usou 11 figurinos e cada um mais ousado (e pelado) que o outro. E acima tem um amostrinha com todos os looks que a cantora usou no palco da premiação. E se teve algo que deu o que falar foi a confusão entre a apresentadora da noite e Nicki Minaj. Ao subir no palco, Nicki tirou satisfações com Miley e deixou todo mundo na dúvida: a briga foi de verdade ou só encenação?

Falando em rixa, este ano Kanye West foi homenageado pela MTV com o prêmio honorário “Michael Jackson Video Vanguard Award”, entregue por Taylor Swift. #IroniaModeOn! Alguém lembra de 2009? Então, depois de terem feito as pazes, Kanye fez seu discurso de agradecimento que incluiu  o anúncio que vai concorrer à presidência dos EUA em 2020.

Em parte do discurso ele disse: “Ensinaremos nossos filhos a acreditarem em si. Se meu avô estivesse aqui agora, ele não me deixaria recuar. Não sei o que perderei depois disso, mas não se trata de mim. É sobre ideias, pessoas que acreditam na verdade. Sim, como vocês provavelmente puderam notar, eu decidi concorrer à presidência em 2020.”

Já que a citamos Taylor, a cantora que ultimamente anda levando todas, recebeu o prêmio de melhor clipe do ano e subiu ao palco com seu squad e parte do time estrelado do clipe Bad Blood.

A cerimômia ainda teve shows de  Nicki Minaj, Pharrell Williams, The Weeknd, Macklemore, Justin Bieber, entre outros. Bieber, inclusive, cantou sua nova música “What do you mean?” que lançou o clipe da música após a performance.

E pra fechar com chave de ouro, Miley Cyrus encerrou mais um MTV Video Music Awards anunciando seu novo cd disponível gratuitamente para download. Você pode baixar o novo trabalho da cantora aqui.

Música

Agenda: Nivea Viva Tim Maia com Ivete Sangalo e Criolo

Amanhã, dia 21, vai acontecer no Rio de Janeiro a quarta edição do projeto Nivea Viva, plataforma de música da Nivea que, em outras edições, homenageou Elis Regina e Tom Jobim. Esse ano Ivete Sangalo e Criolo se juntam para cantar os maiores sucessos de Tim Maia. O Nivea Viva já passou por 5 cidades e desembarca nesse domingo em Copacabana (quase em frente ao Copacabana Palace). O show é gratuito e contará tanto com apresentações individuais de Ivete e Criolo quanto duos. #FicaDica

Até agora o último show da dupla está marcado em São Paulo, no dia 28/06, porém, no site da Nivea ainda está “a confirmar” uma possibilidade do evento acontecer em Salvador. Vale lembrar de ficar de olho também nas redes sociais do evento pois eles estão sempre divulgando novidades. E pra quem adora música e Tim Maia e vai curtir o show amanhã com aquele visual lindo da praia de Copacabana, começou a contagem regressiva para a ansiedade!!

Celebs, Música

Leighton Meester faz cover de The Cardigans

Na semana passada saiu um vídeo da atriz e cantora Leighton Meester cantando a música Lovefool da banda The Cardigans para a sexta temporada de ‘A.V Undercover’ que todo ano faz uma lista de músicas e convida algumas bandas para fazer releituras.

Confesso que conhecia pouco da carreira de Leighton como cantora, basicamente a participação dela com Cobra Starship (oops, hehe) e fiquei encantada com o cover. Além de super afinada, a cantora aparece de cara lavada e super a vontade cantando. A-mei!!

Vale lembrar que nossa eterna Blair apareceu no mês passado com seu baby bump ao lado do maridão Adam Brody vulgo Seth Cohen!

Música

Taylor Swift divulga pôsteres com ares de Sin City para seu novo clipe

Hoje é segunda-feira e nada melhor do que começar a semana com música. Eu sempre acabo começando, depois de madrugar assistindo Superstar! Hahaha.. #Viciada! Além disso, tem outra coisa que preciso confessar: Sou completamente apaixonada por música pop (que meu marido não veja esse posthahaha). Eu sou bem eclética, tipo mesmo. Gosto desde algumas óperas até um rock mais pesado. , vai, nem tão pesado assim. Mas se tem um estilo que me deixa em um bom estado de espírito é a música pop. Se for Taylor Swift então.. É pra escutar e ficar dançando sozinha na rua. Juro!!

Desde o cd RED fiquei fãzinha mesmo e aí descobri os discos anteriores e aguardei ansiosamente pelos trabalhos seguintes. Mas enfim, todo esse texto foi pra falar que fiquei apenas perplexa ao dar de cara com a mega produção em torno da divulgação do clipe do seu novo singleBad Blood. Ao todo, foram divulgados nove pôsteres com ares de Sin City com ninguém menos que Lily Aldridge,ZendayaHayley Williams, Gigi HadidEllie GouldingHailee Steinfeld, Lena DunhamKendrick Lamar e claro, a própria Taylor.

Segundo a cantora relatou em seu Instagram, todos os famosos que participaram do clipe escolheram os nomes de seus próprios personagens.

Várias fontes ainda afirmam que as participações especiais não param por aí!! #curiosidademodeon! O vídeo será lançado na abertura do Billboard Music Awards, no dia 17.

Música

Achados musicais: Tudo sobre o duo californiano Pomplamoose

Outro dia, durante uma conversa de família, entramos em um debate sobre bandas, músicas, letras e coisas do tipo. O objetivo era na verdade chegar a uma conclusão do que seria música “boa” e música “ruim”. E aí como vocês podem imaginar, foi um debate tenso que no fim das contas não deu em nada (rs), já que algo que pode ser bom para uns pode não fazer sentido algum pra outros. O bom disso tudo é que me fez pensar o quanto precisamos nos abrir a ouvir coisas novas, tanto nacionais quanto internacionais e ter a sensibilidade para sentir o que realmente uma música ou qualquer arte em geral tem a transmitir.

Existe um projeto californiano chamado Pomplamoose formado por Nataly Dawn e Jack Conte, um casal que grava versões de sucessos em casa de uma forma bem criativa e, até onde eu pude perceber, feito por eles mesmos. Nataly e Jack fazem qualquer tipo de música soar de uma forma mais alternativa, o que acabou me agradando pois acho bem complicado alguém pegar músicas “clássicas” em cada estilo e torná-la única e particular de uma forma que não tem nem como comparar com a original.

Já mostrei para algumas pessoas o som do Pomplamoose e as reações são bem diferentes: enquanto uns dizem que vão escutar para dormir todo dia porque achou relaxante outros dizem que é uma das coisas mais incríveis que já ouviu na vida. E a minha opinião é que além de ser ousado é criativo. Curti desde a primeira vez que ouvi e depois até tentei imaginar como seria a vida desse casal que não deve fazer mais nada além de respirar música pois algo assim é fora do comum, haha.

Não tem como não achar os vídeos do canal deles tão bons quanto as versões. Tudo parece ser feito sem grandes produções e acho que essa é a vibe deles. Simples, bem curioso e de um bom gosto bizarro. Além disso, é legal ver dos antigos até os mais novos e observar claramente como tudo era simples e foi ficando cada vez mais interessante.

CURIOSIDADE: Pomplamoose é apenas a forma americana de escrever algo próximo da pronúncia da palavra “Pamplemousse” que é de origem francesa e significa em inglês grapefruit, ou seja, um nome doidera que não significa nada, haha.

Por Robson Janser,
Guitarrista por profissão e apaixonado pela música por hobby.