Cinema

Sessão Pipoca: Sim, nós somos do #TEAMLALALAND!

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La La Land é aquele filme que justifica o cinema, embora o cinema, obviamente, não precise de justificativa. Diretor, roteirista, editores, sonoplastas, figurinista, trilha sonora e por aí vai. Não que os profissionais não sejam necessários em cada produção, mas La La Land põe holofotes neles, um a um.

É um filme que justifica também a dança, o jazz, a música, a memória, o humor, o amor, os sonhos, as decisões, as histórias. É o triunfo da simplicidade com o deslumbramento. da leveza com a explosão. É um filme que rima ‘amor com dor’ e nos faz engolir o orgulho para dizer que a rima deu certo.

Sebastian (Ryan Gosling) und Mia (Emma Stone)

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É também a última cartada para as improváveis duas ou três pessoas no planeta que ainda não tenham se rendido a Ryan Gosling. Não há salvação depois desse filme: todos amaremos aquele homem (no meu caso, ainda mais). O mesmo acontece com Emma Stone. Se você pretende não fazer parte daquele grupo que fica hipnotizado com os maiores olhos azuis do mundo, fique em casa.

Se La La Land fosse uma pessoa, no final de duas horas de filme, ele nos diria: “é pra isso que o cinema serve”. E você faria um sim com a cabeça, concordando.

E é por isso, por ter conseguido acertar na medida de fazer de uma história simples um filme grandioso, usando todas as cartas que tinha na manga, sem nenhuma economia, e por ter feito todo mundo brilhar nesse percurso, que La La Land pode levar o Oscar de melhor filme. Além dos Oscars de toda a equipe junto.

AssinaturaLorena

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